29.5.10

RELEASE DA TENDA DA CRUVIANA PARA A IMPRENSA


TENDA DA CRUVIANA

Criado na década de 1850, o município piauiense de Pedro II, 195 Km da capital, Teresina, cujo nome é uma homenagem ao Imperador do Brasil, já se chamou Matões, Pequizeiro e Itamaraty, denominações por si mesmas reveladoras do que denominamos em outro lugar de pedrossegundidade.
Um fenômeno de natureza socioeconômico-cultural que tem reforçado essa ‘pedrossegundidade’, vem ocorrendo há sete anos na Terra da Opala, que também é Terra de Mulher Bonita, Terra da Água Boa, Terra da Rede, Suíça Piauiense,Terra da Cruviana: trata-se do Festival de Inverno de Pedro II.
Tido como o evento turístico do Piauí mais divulgado nacionalmente, quando, então, durante quatros dias de junho, a população da cidade de Pedro II quadruplica e a midia televisiva do Estado, dentre outras, instala seus aparatos tecnológicos para inserções ao vivo e/ou pré-gravadas que inundam todos os telejornais da capital, fazendo com que o município se torne uma vitrine cultural e de negócios, o Festival prossegue cada vez mais sólido.
É, pois, no sentido de agregar valores que o projeto ‘Tenda da Cruviana’ surge com o objetivo de divulgar a rica diversidade da cultura pedrossegundense/piauiense durante a realização do Festival de Inverno de Pedro II - 2010, a partir dos conceitos de identidade cultural e cultura local.
Para tanto na Tenda da Cruviana que ficará no stand de número 30 haverá exposições e venda de livros, CDs, artes plásticas, assim como serão realizados saraus lítero-musicais, exibição de vídeos culturais além da possibilidade de haver palestras, workshops, mesas redondas com pesquisadores e artistas.
            A Tenda se instalará na praça de eventos Domingos Mourão, stand 30, nos dias 3,4,5 e 6 de junho de 2010, contando com o apoio das faculdades Santo Agostinho, Cristo Rei e da UESPI. A tenda tem como organizador o professor, poeta, escritor e pesquisador pedrossegundense Ernâni Getirana.

TENDA DA CRUVIANA: PEDRO II PASSA PRIMEIRO POR LÁ
Blog: www.getirana.blogspot.com


"TENDA DA CRUVIANA" - Pedro II passa primeiro aqui. FESTIVAL DE INVERNO DE PEDRO II -3 1 6 DE JUNHO 2010. http://cruvianadepedroii.blogspot.com/

ENTENDA A TENDA


 HAVERÁ VENDA DE CAMISETAS, LIVROS E CDs NA TENDA DA CRUVIANA

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26.5.10

GAROTA TENDA DA CRUVIANA: JESSYKA

"TENDA DA CRUVIANA" - Pedro II passa primeiro aqui. FESTIVAL DE INVERNO DE PEDRO II -3 1 6 DE JUNHO 2010. http://cruvianadepedroii.blogspot.com/

24.5.10

TENDA DA CRUVIANA: DADOS SOBRE PEDRO II

 (Foto: B.Barros)

UM POUCO (SÓ UM POUCO MESMO) DE HISTÓRIA

Segundo Pereira (1988), o município de Pedro II teria sido fundado no final do século XVIII por João Alves Pereira que chegara por ali na companhia de seus irmãos Albino Pereira dos Santos, Abel Pereira dos Santos e do primo Antonio Pereira da Silva. Seriam todos de origem portuguesa e um de seus primeiros atos foi a construção de uma capela devotada a Nossa Senhora da Conceição, mediante a doação feita por João Alves Pereira de 1,5 Km2 de terra à Igreja. A Paróquia de Nossa Senhora da Conceição dos Matões teria sido criada pela Lei Provincial nº 295, de 26 de agosto de 1851. O núcleo social ali constituído seguiu o padrão dos demais núcleos populacionais do Estado do Piauí à época, isto é, baseou-se na fazenda e na família.
Na verdade, não se vai dizer aqui que a sociedade de Pedro II, nos termos de sociedade de origem colonial, surge exclusivamente a partir desses povoadores portugueses que ali chegaram, ao final do século XVIII e que fixaram moradia no lugar por eles denominado de “Pequizeiro”. Tal visão simplória da formação das gentes piauienses não tem mais sentido. Muito provavelmente os negros fugitivos já formavam uma pequena comunidade na região de sertão conhecida como “São Luis”. Outros trazidos na condição de escravos deram início ao que hoje é o bairro “Saborá”, primeiro bairro da periferia da cidade de Pedro II, habitado por escravos ou seus descendentes, como parecem sugerir as notas de compra e venda de escravos ainda existentes em um dos cartórios locais. Desse bairro, procedem as primeiras lavadeiras e engomadeiras que serviam nas casas da elite econômica e política local. Além do que, na formação da sociedade pedrossegundense não se pode ignorar a presença indígena, cuja descendência fixou-se, sobretudo, na comunidade “Nazaré”.
A partir daí, tal sociedade seguiu um padrão conhecido de todos que a estudam. A rigidez de sua estrutura social, a concentração do poder político nas mãos de poucas famílias locais, o domínio do latifúndio, dentre outros fatores, marcaram e ainda marcam profundamente o modo de ser dos pedrossegundenses.
Fortes disputas políticas entre as, assim chamadas, “famílias tradicionais” pontuam a história desse município, na vigência do coronelismo, segundo Faoro (2004), uma prática de cunho político-social que vingou na Primeira República (1889-1930), nas cidades do interior do Brasil cujos dignitários (os coronéis) exerciam o poder em toda a plenitude da vida social, concentrando cargos, favorecendo amigos e aliados e cometendo os mais abjetos desmandos.
As práticas coronelistas que, de fato, determinavam a vida política do município, alijaram, econômica e socialmente, parte considerável da população pedrossegundense, sobretudo devido à concentração da terra, aspecto da realidade do município de Pedro II que será aprofundado no capítulo III, ao se abordar o contexto social no qual os bamburristas, de opala estão inseridos.


A Comarca Geral de primeira instância do município foi criada pela Lei provincial nº 872, de 15 de junho de 1875. Faziam parte da Comarca duas freguesias: a de Piripiri e a de Pedro II (grafado “Pedro Segundo”). A sede da segunda Comarca era a Vila de Pedro Segundo, assim consta no anexo da fala do Exmo. Dr. Raimundo Teodorico de Castro Silva, presidente da província do Piauí, na abertura da 2ª Sessão ordinária da 25ª legislatura da Assembléia Provincial do Piauí, no dia 1º de junho de 1885.


Para Pereira (1988), a economia da então vila de Pedro II baseava-se no cultivo da cana-de-açúcar (Saccharum officiarum), da qual se extraía a cachaça em cerca de sessenta engenhos espalhados pela região.
Além da cana-de-açúcar, produzia-se na província de Pedro II, àquela época, milho (Zea mays), mandioca (Manihot esculenta), feijão (Phaseolus vulgaris) e arroz (Oryga sativa) e extraia-se cera de carnaúba (Copernica Cerífera). O rebanho de gado vacum apenas movimentava um pálido comércio de couro e de sola. Nenhuma menção é feita aos demais rebanhos caprino, eqüino, ovino e suíno.
Antes de fazer parte da Comarca Geral, pela lei supracitada (Lei provincial nº 872, de 15 de junho de 1875), a Vila de Pedro II chamara-se “Matões” e pertencia à freguesia de Piracuruca. A povoação foi elevada à categoria de freguesia pela Lei provincial nº 295, de 22 de agosto de 1851, consagrada a Nossa Senhora da Conceição, com os seguintes limites:
pela parte do Norte: toda a serrinha Pé da Serra, Curral Queimado, Chiminguar, Vereda e volta; pelo lado Leste – São João dos Matos, Veado, Monte Alegre, Ponta da Serra, lapa, Chapada e Sítio; pelo Sul: o Sobrado, Alagoas, Macacos, Buriti do Meio, Porteiras, Caraubas, Ininga; e pelo Poente – todas as terras das Cascondas, Olho D’ Água da Pedra e canto; e para a Serrinha do ponto de partida do círculo limítrofe (CASTRO SILVA, 1885 apud PEREIRA, 1988, p. 51).
Em 14 de agosto de 1854, a povoação Matões é elevada à categoria de vila, pela Lei provincial nº 367. A inauguração, porém, só ocorreu a 25 de agosto de 1855, com o nome de “Vila de Pedro Segundo” (que continuava a fazer parte da comarca de Parnaíba). Os limites anteriores da freguesia são mantidos. A Serra dos Matões passou a fazer parte do patrimônio da municipalidade pela Lei provincial 384, de 14 de dezembro de 1855. Em 28 de dezembro de 1889, a vila e o município de Pedro II voltam a se chamar Matões. Em 21 de fevereiro de 1891, a Vila passa à categoria de cidade com o nome de Itamarati, em homenagem ao Palácio da Presidência da República. Finalmente, pela Lei nº 641, de 13 de julho de 1911, até a presente data, a cidade passou a chamar-se Pedro II, em homenagem ao imperador do Brasil.
A sede do município (Fig. 2) localiza-se a 4º 25’ 18” de Latitude Sul e a 41º 27’ 34” de Longitude W, Gr., a uma altitude média de 550 m a 209 Km da capital do Estado. Pertencente à Bacia do Parnaíba, a hidrografia do município consiste de pequenos cursos d´água: Corrente, Matos, Capivaras, Parafuso e os olhos d´água Pirapora, Bonsucesso, Sucuruju, Bananeiras e Buritizinho, além dos açudes Mamoeiro e Joana.
Os primeiros relatos sobre o município de Pedro II não fazem nenhuma menção à existência da opala ou de qualquer outra gema ou minério. A opala, como se verá mais adiante, só seria encontrada acidentalmente na década de 1950.
Conhecido em outras épocas como “Terra do Clima Bom”, “Terra da Rede”, “Terra da Água Boa”, “Suíça Piauiense” e desde dezembro de 2007, como “Primeira Maravilha do Piauí”, nenhuma outra alcunha, entretanto, tem sido tão marcante para o município de Pedro II como a de “Terra da Opala”. A opala tem feito a riqueza de poucos, a desgraça de alguns e não tem mudado o estado de pobreza, e mesmo de miséria, de boa parte dos pedrossegundenses. O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do município é de 0,605 (PNUD, 2000). O fato de ser a “Terra da Opala”, não a isenta das mazelas sociais que assolam a grande maioria dos mais de 5.500 municípios brasileiros, como também faz pensar sobre as razões pelas quais elas persistem e, mais especificamente, porque os bamburristas sofrem tanto as agruras da pobreza material, quanto são eclipsados no espaço social pedrossegundense, em um processo de invisibilidade social.


O OUTRO LADO DA HISTÓRIA QUE AINDA NÃO FOI CONTADA

Na verdade, não se vai dizer aqui que a sociedade de Pedro II, nos termos de sociedade de origem colonial, surge exclusivamente a partir desses povoadores portugueses que ali chegaram, ao final do século XVIII e que fixaram moradia no lugar por eles denominado de “Pequizeiro”. Tal visão simplória da formação das gentes piauienses não tem mais sentido. Muito provavelmente os negros fugitivos já formavam uma pequena comunidade na região de sertão conhecida como “São Luis”. Outros trazidos na condição de escravos deram início ao que hoje é o bairro “Saborá”, primeiro bairro da periferia da cidade de Pedro II, habitado por escravos ou seus descendentes, como parecem sugerir as notas de compra e venda de escravos ainda existentes em um dos cartórios locais. Desse bairro, procedem as primeiras lavadeiras e engomadeiras que serviam nas casas da elite econômica e política local. Além do que, na formação da sociedade pedrossegundense não se pode ignorar a presença indígena, cuja descendência fixou-se, sobretudo, na comunidade “Nazaré” .
A partir daí, tal sociedade seguiu um padrão conhecido de todos que a estudam. A rigidez de sua estrutura social, a concentração do poder político nas mãos de poucas famílias locais, o domínio do latifúndio, dentre outros fatores, marcaram e ainda marcam profundamente o modo de ser dos pedrossegundenses.
Fortes disputas políticas entre as, assim chamadas, “famílias tradicionais” pontuam a história desse município, na vigência do coronelismo, segundo Faoro (2004), uma prática de cunho político-social que vingou na Primeira República (1889-1930), nas cidades do interior do Brasil cujos dignitários (os coronéis) exerciam o poder em toda a plenitude da vida social, concentrando cargos, favorecendo amigos e aliados e cometendo os mais abjetos desmandos.
As práticas coronelistas que, de fato, determinavam a vida política do município, alijaram, econômica e socialmente, parte considerável da população pedrossegundense, sobretudo devido à concentração da terra, aspecto da realidade do município de Pedro II que será aprofundado no capítulo III, ao se abordar o contexto social no qual os bamburristas, de opala estão inseridos.
A Comarca Geral de primeira instância do município foi criada pela Lei provincial nº 872, de 15 de junho de 1875. Faziam parte da Comarca duas freguesias: a de Piripiri e a de Pedro II (grafado “Pedro Segundo”). A sede da segunda Comarca era a Vila de Pedro Segundo, assim consta no anexo da fala do Exmo. Dr. Raimundo Teodorico de Castro Silva, presidente da província do Piauí, na abertura da 2ª Sessão ordinária da 25ª legislatura da Assembléia Provincial do Piauí, no dia 1º de junho de 1885, reproduzida por José Eduardo Pereira:

A Vila de Pedro 2º, sede da Comarca, está situada em terreno acidentado, acha-se cercada de serrotes e outeiros pedregosos, de algumas serras frescas, pouco extensas, o que faz constituir a variedade de seu clima, em geral muito ameno e agradável. O solo, por conseguinte, divide-se em duas partes distintas, montanhosa e sertaneja, sendo aquela muito fresca, produtiva e coberta de matos, e esta, cortada de ribeiros que só correm pelo inverno, de tabuleiros e serrotes, e de excelentes pastagens (CASTRO SILVA, 1885 apud PEREIRA, 1988, p. 51).

Para Pereira (1988), a economia da então vila de Pedro II baseava-se no cultivo da cana-de-açúcar (Saccharum officiarum), da qual se extraía a cachaça em cerca de sessenta engenhos espalhados pela região.
Além da cana-de-açúcar, produzia-se na província de Pedro II, àquela época, milho (Zea mays), mandioca (Manihot esculenta), feijão (Phaseolus vulgaris) e arroz (Oryga sativa) e extraia-se cera de carnaúba (Copernica Cerífera). O rebanho de gado vacum apenas movimentava um pálido comércio de couro e de sola. Nenhuma menção é feita aos demais rebanhos caprino, eqüino, ovino e suíno.
Antes de fazer parte da Comarca Geral, pela lei supracitada (Lei provincial nº 872, de 15 de junho de 1875), a Vila de Pedro II chamara-se “Matões” e pertencia à freguesia de Piracuruca. A povoação foi elevada à categoria de freguesia pela Lei provincial nº 295, de 22 de agosto de 1851, consagrada a Nossa Senhora da Conceição, com os seguintes limites:

pela parte do Norte: toda a serrinha Pé da Serra, Curral Queimado, Chiminguar, Vereda e volta; pelo lado Leste – São João dos Matos, Veado, Monte Alegre, Ponta da Serra, lapa, Chapada e Sítio; pelo Sul: o Sobrado, Alagoas, Macacos, Buriti do Meio, Porteiras, Caraubas, Ininga; e pelo Poente – todas as terras das Cascondas, Olho D’ Água da Pedra e canto; e para a Serrinha do ponto de partida do círculo limítrofe (CASTRO SILVA, 1885 apud PEREIRA, 1988, p. 51).



 APOIO: Faculdade Santo Agostinho e Faculdade Cristo Rei

TENDA DA CRUVIANA NO FESTIVAL DE INVERNO DE PEDRO II 2010

Fotos: Sebrae

TENDA DA CRUVIANA
Criado na década de 1850, o município piauiense de Pedro II, 195 Km da capital, Teresina, cujo nome é uma homenagem ao Imperador do Brasil, já se chamou Matões, Pequizeiro e Itamaraty, denominações por si mesmas reveladoras do que denominamos em outro lugar de pedrossegundidade.
Um fenômeno de natureza socioeconômico-cultural que tem reforçado essa ‘pedrossegundidade’, vem ocorrendo há sete anos na Terra da Opala, que também é Terra de Mulher Bonita, Terra da Água Boa, Terra da Rede, Suíça Piauiense...Terra da Cruviana: o Festival de Inverno de Pedro II.
Tido como o evento turístico do Piauí mais divulgado nacionalmente, quando, então, durante quatros dias de junho, a população da cidade de Pedro II quadruplica e a midia televisiva do Estado, dentre outras, instala seus aparatos tecnológicos para inserções ao vivo e/ou pré-gravadas que inundam todos os telejornais da capital, fazendo com que o município se torne uma vitrine cultural e de negócios, o Festival prossegue cada vez mais sólido.
É, pois, no sentido de agregar valores que o projeto ‘Tenda da Cruviana’ surge com o objetivo de divulgar a rica diversidade da cultura pedrossegundense/piauiense durante a realização do Festival de Inverno de Pedro II - 2010, a partir dos conceitos de identidade cultural e cultura local.
Para tanto a Tenda da Cruviana realizará exposições de artes plásticas, saraus lítero-musicais, exibição de vídeos culturais, no espaço “Tenda da Cruviana”, localizado na praça de eventos Domingos Mourão e de natureza sociocultural, durante a realização do Festival-2010; divulgará na mídia local/estadual (internet, inclusive) manifestações culturais (e seus artistas) pedrossegundenses/piauienses; lançará livros, discos, fanzines, objetos de arte e artesanato etc. de autores/artistas pedrossegundenses/piauienses; fomentará o conceito de marketing inteligente com a publicização das marcas do(s) patrocinadore(s)/apoiadore(s) do espaço “Tenda da Cruviana”; e, possivelmente, oferecerá ao público a possibilidade de participar de palestras, workshops, mesas redondas com pesquisadores e artistas.
            A Tenda se instalará na praça de eventos Domingos Mourão, dias 3,4,5 e 6 de junho de 2010 e tem como organizador o professor, poeta, escritor e pesquisador pedrossegundense Ernâni Getirana.

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PIPIU E FRAJOLA CORRENDO FEITO LOUCOS PARA A TENDA DA CRUVIANA








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GAROTA TENDA DA CRUVIANA: JOANA




Gotas de água
como frutos maduros
do reino das sereias

Sua fonte
é minha fome
que é outra forma
de comê-las


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TENDA DA CRUVIANA: I WILL BE THERE!!!!!!!

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REVELAÇÃO, DE CLODÔ E CLÉSIO (Piauienses)



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23.5.10

DURANTE VIDEOCONFERÊNCIA COM AUTORES AFRICANOS

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A vida que veio do computador: como os cientistas criaram a célula sintética


Fonte: IG
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GAROTO "TENDA DA CRUVIANA": DAVID LUCCA

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GAROTA "TENDA DA CRUVIANA": REJANE


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PASSANDO O SOM



 Aquecendo a voz e o violão para dividir o palco com Zeca Baleiro durante o Festival de Inverno de Pedro II

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22.5.10

O DIA do TOURO




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Toureiro atingido por chifrada passa bem após 2ª cirurgia


MADRI - O toureiro espanhol Julio Aparicio sofreu graves ferimentos após levar uma chifrada que entrou pelo pescoço e saiu pela boca na praça de touros de Las Ventas, em Madri. Ele passa bem após a segunda cirurgia pela qual passou em seis horas.
Ainda não há boletim médico oficial, mas os médicos que o atenderam disseram a pessoas próximas que a operação foi muito trabalhosa, e é preciso esperar a evolução nas próximas horas, mas as expectativas são muito boas. 
(Estadão)

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MORRO DO GRITADOR (Pedro II - PI)

(Foto: B. Barros)
Morro do Gritador, imagem deslumbrante conforme observei com atenção e minúcia quando estive em Pedro II com o meu primo Cajé.


Nativa
Natura
Natureza coberta
De véu
Nuvens que passeiam
Nuvens que beijam
Mãos que tocam
O céu.

R. Horácio  (SamPa)
05/10



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21.5.10

O QUE SÃO AS LENDAS, AFINAL?

 

"Cama de Baleia", uma das 9 lendas da cidade de Pedro II pesquisada por mim

Contar histórias é uma das práticas mais antigas da humanidade. Desde que começaram a gesticular e a produzir sons através do aparelho respiratório os seres humanos desataram a contar histórias. O que é uma história senão uma versão muito particular (e rica em detalhes) de um acontecimento onde acrescentamos algo que não aconteceu exatamente assim, mas que poderia ter acontecido assado? Ou cru mesmo?

Brincadeira não tão à parte, as lendas brotaram de algumas dessas histórias. E como toda boa história ninguém sabe bem quem foi seu primeiro contador. Mas é certo que quem conta uma lenda a ouviu da boca de outra pessoa que por sua vez ouviu de outra e assim por diante. Se não ouviu, leu. E se não leu, escreveu. Aliás, escreveu, não leu, o pau comeu.

As lendas são narrativas orais (faladas) que alguém pode, eventualmente, passar para o papel, isto é, escrever. E ao fazer isso o escritor estará dando sua contribuição para a pesquisa que as futuras gerações poderão vir a fazer e, assim, manter viva a memória popular através dos tempos. O que em nada invalida as histórias orais que continuam atravessando os tempos e os espaços magnificamente. Aja fôlego.

Uma lenda é uma narrativa (uma história) contada por pessoas que vivem em um determinado lugar e numa determinada época e cujas histórias coletivas vão passando de geração em geração. Toda lenda gira ao redor de um personagem central que realiza um determinado designo (tarefa) para obter algum resultado.

Uma diferença básica entre lenda e mito é que a narrativa lendária tem um espaço (onde) e um tempo (quando) bem definidos. Já o mito é atemporal. Um mito também pode ser engendrado a partir de várias lendas.

Conhecer e valorizar as lendas de nossa comunidade, de nossa gente pode tornar-se algo muito prazeroso e gratificante, pois além de as lendas serem, num certo sentido, espelhos onde nossas fantasias, medos, sonhos e desejos são projetados elas nos ajudam a manter nossa cultura viva. E em tempos bicudos de globalização essa é uma atitude indispensável, ao lado de outras, para nos firmarmos/afirmarmos como cidadãos e como pessoas humanas que podem, sim, muito bem abrir/manter um diálogo com nossa ancestralidade e, conseqüentemente, com nossa posteridade. Afinal, nós passamos e as lendas, ah... as lendas permanecem.


Ernâni Getirana

GAROTA TENDA DA CRUVIANA: LUANA

20.5.10

DIVULGAÇÃO


PEDRO II: TEM OPALA, OURO E DIAMANTE.

            Quem chega à cidade de Pedro II e passa pelo seu belo portal e ler: “PEDRO II – Terra da Opala”, não imagina que lá tenha também, ouro e diamante. A informação do portal deixa a desejar, já que o lema da cidade é: “Terra da Rede e da Opala”. Quem chega também não tem ideia que lá, segundo o IBGE/2009, tenha 37.850 habitantes pedrossegundenses, como reza seu gentílico. Dentro da mesorrigião centro norte piauiense e microrregião Campo Maior, Pedro II dista 220 quilômetros da capital, Teresina. Seus 603 metros de altitude a fazem de clima gostoso, até meio frio nas lindas noites de céu sempre estrelado. Sobretudo, quando comparada ao calor de Teresina. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD[1]/2000 - seu Índice de Desenvolvimento Humano – IDH – é 0,605. Foi nesta cidade de Pedro II que aconteceu nos dias 14, 15 e 16 de Maio, o primeiro encontro intermunicipal da Rede de Educação no Piauí – RECID-PI no ano de 2010.
            Com o tema: “(Re) Construção do Saber na Convivência do Ser”, sob a Tenda do Acampamento do Saber, nas amorosas e aconchegantes dependências da Fundação Santa Ângela, parceira de todas as horas da RECID-PI, vivenciamos uma inesquecível troca de saberes e experiências. Para que pudéssemos trocar estes diversos saberes, já que as diversidades étnicas, raciais, geracional e de gênero também eram grandes, nos multiplicamos em três oficinas.
a)      A primeira oficina, propunha dialogar sobre o saber nas Comunidades Eclesiais de Base – CEBs;
b)      A segunda oficina, quis dialogar sobre o saber no ser jovem;
c)      E a terceira oficina, se desafiou a debater sobre o saber nas relações sociais de gênero.   
A programação previa também uma oficina sobre sistematização, mas por motivos práticos foi cancelada, tendo inclusive o entendimento que este tema perpassa por todas as oficinas. Foi-me atribuída à tarefa de apresentar para todo o coletivo uma reflexão sobre o saber no Programa Nacional de Formação – PNF – da RECID. Foi assim que pudemos refletir sobre nossa caminhada e dialogar sobre o saber:
 Escutar, olhar e ver, esperar, construir relações humanizadoras, conhecer e conhecer-se, sonhar, caminhar, se organizar, dialogar, planejar, fazer com, avaliar, fazer gestão compartilhada, sistematizar, viver a mística da militância e da poesia, etc.
Predominava no grupo o público jovem. São principalmente do Piauí, da região de Pedro II, mas tem também do Ceará, do Pernambuco e da Bahia. Ouso dizer que são discípulos e discípulas de Irmã Celina, que, aos oitenta anos, mais parece uma adolescente. Apaixonada pela vida, pela educação popular e pelo reino de Deus que, segundo ela, precisa acontecer aqui. Irmã Celina coordena a Fundação Santa Ângela e é, por isso, uma mulher apaixonante. A partir da Escola Familiar Agrícola – EFA – é radical na garantia de uma educação de qualidade. Libertadora e que promova a conscientização. Prepare a juventude para a vida e não somente para exercer uma profissão, diz ela.
Um momento de grande aprendizado foi à exposição e depois o debate com o professor Carlos que nos levou a uma viagem no tempo, olhando primeiro da janela de cada um (a) e depois olhando juntos, a velocidade das mudanças nos processos de vida. A partir das invenções, dos recursos tecnológicos, as influências dessas mudanças no dia a dia da gente. Principalmente as informações que, a partir de Gutenberg, com a invenção da imprensa, revolucionou estes processo e mexeu com interesses das classes dominantes. Falamos do avião, do rádio, da televisão, do computador e da internet... Foi um lindo momento de reflexão sobre o tal progresso e os saberes.
A proposta final da programação e dos coordenadores, o Educador Antonio Carvalho e a educadora Rosinha, ambos da Fundação Santa Ângela, era construirmos, cada um dos três grupos de cada oficina, uma carta pedagógica que serão lidas no próximo encontro intermunicipal, que será na região de picos. Assim, com muita amorosidade, à luz do Projeto Político Pedagógico da RECID, fiel a seus princípios e diretrizes, em sintonia com o Programa Nacional de Formação – PNF -, vivemos em Pedro II momentos mágicos de troca de saberes. A metodologia e a disciplina dos educadores que organizaram e do coletivo todo, possibilitou um avanço. Principalmente nos mostrou que é possível fazer educação popular. Ficou implícito, se não claro, que a informação do portal da cidade precisa ser atualizada. Pedro II tem sim Opala, mas tem também ouro e diamante. Seu povo, seus militantes, homens e mulheres, sobretudo, sua juventude, que pouco tem que ver com quantos aniversários se comemorou, são esse ouro e esse diamante.








Brasília, 19 de Maio de 2010.

João Santiago, Poeta e Militante.  


[1] O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) tem cerca de 180 projetos em andamento no Brasil, o que o coloca entre um dos maiores do mundo. As prioridades da agência no país estão nas áreas de governança democrática, redução da pobreza, tecnologia da informação, políticas de energia e meio ambiente e combate à Aids.


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19.5.10

STANLEY JORDAN E ARMANDINHO DETONANDO TUDO!!!!!


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PROGRAMAÇÃO DO FESTIVAL DE INVERNO DE PEDRO II 2010


Programação Nacional
Local: Praça Manoel Nogueira Lima - (Praça da Bonelle)
DIA 3 de Junho (Quinta)
21h – Solenidade de Abertura
21h30 – Ensaio Vocal canta “ CHICO BUARQUE”.
23h – Fernanda Takai e Banda
DIA 4 de Junho (Sexta)
21h30 – Brazilian Blues Band
23h – Zeca Baleiro e Banda
0h45 – Therêgroove
DIA 5 de Junho (Sábado)
21h - Jam Session com Sérgio Donato e Sérgio Matos
22h – Stanley Jordan Trio com Armandinho Macêdo
23h40 – Maria Rita e Banda
DIA 6 de Junho (Domingo)
20h – Roraima Power Sample Trio
21h40 – Show MUITO TUDO com Carol Costa, Anderson Nóbrega e Banda
Praça Domingos Mourão



"TENDA DA CRUVIANA" - Pedro II passa primeiro aqui. FESTIVAL DE INVERNO DE PEDRO II -3 1 6 DE JUNHO 2010. http://cruvianadepedroii.blogspot.com/

OLHAR DE POESIA



Idílio de olhar perdido
Encanto de morena
Cabelos negros
Oculto no corpo
Agradável.

És tu que procuro
Eis aí
O meu futuro.

Paixão oculta
Amar sem destino
Sem tempo
Presente puro.



horáciolima
sampa/05/10 

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CÓDIGO DE PROPRIEDADE DO MATADOURO PÚBLICO de PEDRO II




O médico veterinário,Robertino Farias, após muita insistência como profissional da área, consegue fazer com quo  o Código de Propriedade do Matadouro Público de Pedro II - PI (Nº 2207900541) seja efetivado. Há mais de 25 a Lei existia através do Código de Postura, mas somente agora o matadouro está liberado para receber e proceder ao corte de carne de qualquer parte do Brasil, afirma Robertino. Em outras palavras, a partir de agora, o matadouro de Pedro II existe oficialmente para o Brasil e para o mundo, diz. Nós, pedrossegundenses estamos de parabéns, e nossa saúde agradece. O Dr. Robertino Farias, é natural de Pernambuco, onde cursou medicina veterinária, na Universidade Federal Rural de Pernambuco, aonde chegou aqui em Pedro II, no final de 1988, que de forma merecida, ganhou o título de CIDADÃO DE PEDRO II.



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18.5.10

TENDA DA CRUVIANA: STAREY LÁ

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TENDA DA CRUVIANA: I WILL BE THERE!!!!!!!

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17.5.10

ENTENDA A TENDA



Para tanto a Tenda da Cruviana realizará exposições de artes plásticas, saraus lítero-musicais, exibição de vídeos culturais, no espaço “Tenda da Cruviana”, localizado na praça de eventos Domingos Mourão e de natureza sociocultural, durante a realização do Festival-2010; divulgará na mídia local/estadual (internet, inclusive) manifestações culturais (e seus artistas) pedrossegundenses/piauienses; lançará livros, discos, fanzines, objetos de arte e artesanato etc. de autores/artistas pedrossegundenses/piauienses; fomentará o conceito de marketing inteligente com a publicização das marcas do(s) patrocinadore(s)/apoiadore(s) do espaço “Tenda da Cruviana”; e, possivelmente, oferecerá ao público a possibilidade de participar de palestras, workshops, mesas redondas com pesquisadores e artistas.
            A Tenda se instalará na praça de eventos Domingos Mourão, dias 3,4,5 e 6 de junho de 2010 e tem como organizador o professor, poeta, escritor e pesquisador pedrossegundense Ernâni Getirana.
            Dito isso, gostaríamos de expor material desta instituição de cultura da Tenda da Cruviana, como forma de contribuirmos com a divulgação de nossa rica de nossa terra e do estado do Piauí.
            No máximo até a próxima semana passaremos por esta instituição para recolhermos o material a ser exposto na Tenda durante o 7º Festival de Inverno de Pedro II.
            Cordialmente, Ernâni Getirana

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16.5.10

COISAS PARA SE COMER COM OS OLHOS

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15.5.10

NEGÓCIO SEGUINTE: TODO MUNDA NA TENDA DA CRUVIANA!!!!!!!

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PÉTALA , Djavan



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13.5.10

A POESIA É NECESSÁRIA

Mulheres “De Atenda”


Um ser humano
Um ser mulher
Um cumprimento
Uma conversa
Um olhar
Uma aproximação
Um beijo
Um abraço
Uma noite mágica.

Uma despedida
Uma aceno de beijo
Uma saudade distante
Um sofrimento na alma
Uma distância sem fim
Com noites frias.

Sofro com sua ausência
Sofro por não ter comigo
Espero por você
Por mais distante que for.

É verdade, sofro por não lhe ter
Sofro com sua falta.

À distância, linha curva
Fico aqui, com a minha
Paixão oculta.


Horáciolima,
Sampa/fria
05/10 

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12.5.10

DUNGA ESCALA SELEÇÃO ...

Chage do Amarildo

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11.5.10

UM LOGO QUE ME MANDARAM. GRATO

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LASCIVA II

Foto: PPCosta


 A língua roça o veludo da palavra não dita
No silênCIO da colheita perdida


Ernâni







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O MUNICÍPIO DE PEDRO II CONTADO EM LENDAS

Ernâni Getirana lança 3ª edição de livro sobre lendas




A 3ª edição do livro 'Lendas da Cidade de Pedro II' será lançada quinta-feira (27) às 19 horas no Espaço Sóciocultural Banco do Nordeste. O trabalho é resultado de uma pesquisa do escritor e professor Ernâni Getirana sobre as histórias contadas por anônimos através dos tempos. São nove lendas, dentre as quais podemos citar: A Sereia do Pirapora, O Cospe-Cospe, O Cavaleiro Solitário, dentre outras. "O livro busca resgatar uma identidade que o progresso durante algum tempo varreu do convívio das pessoas, mas, como uma espécie de retorno às origens, eis que os pedrossegundenses, de fato e de coração, estão descobrindo suas potencialidades e riquezas, sobretudo as culturais", conta.
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Inverno na Tenda, poesia para aquecer.


Lábios de Cor.

Lábios de arco íris
Lábios coloridos
Boca vermelha
Que não é batom
Beijos de fogo?
Vermelhos de sangue vivo.

Cor natural
Mulher imprevista
Tudo é silêncio
Postura merencória
Deusa do amor
Tua boca me inebria
Teu ardente olhar me seduz
Nesse lábio mordente e
Convulsivo, carne opulenta.

Boca solferina
Messe de
Boca perfeita
Dimensões exatas
Corte lacrado
Convite à lascívia
Festim ao
Pecado.


 
Horácio Lima, filho da terra
reside em SamPa, mas o
coração na terra da Cruviana.
maio/2010

9.5.10

O PESSOAL QUE VEM AGITAR NO FESTIVAL DE INVERNO DE P2


Fotos: divulgação
Mais detalhes:    http://www.festivaldeinvernodepedro2.com.br/"TENDA DA CRUVIANA" - Pedro II passa primeiro aqui. FESTIVAL DE INVERNO DE PEDRO II -3 1 6 DE JUNHO 2010. http://cruvianadepedroii.blogspot.com/