22.9.10

UMA ELEIÇÃO SEM REGRAS

Roberto da Matta - O Estado de S.Paulo
Claude Lévi-Strauss me ensinou que é uma tolice tentar separar forma e conteúdo. A onça é dona do fogo domesticado e civilizador (por oposição ao fogo selvagem e descontrolado) e, por isso, diz o estruturalismo, é preciso saber por que na mitologia grega o fogo era dos deuses que são seres sobre-humanos; ao passo que, na mitologia das sociedades tribais da América do Sul, a posse de elementos essenciais à sociedade, como o fogo, pertence a animais. Saber por que é uma onça que dá o fogo a humanidade é a questão central. É ela que vai ajudar a compreender certos processos e enxergar além das rotinas.
Machado de Assis, décadas antes de Lévi-Strauss, faz algo semelhante no seu conto A Sereníssima República. Nele, uma comunidade de aranhas que quer ser republicana cria partidos e constrói sistemas eleitorais. De saída criam uma agremiação retilínea porque as teias que tecem seriam retas e a reta é o reto: o direito. Surge, porém, uma dissidência que funda o partido curvilíneo porque, para eles, as teias eram de fato curvas e recurvado é a parte boa da natureza. Da discussão, nasce um partido radical: o reto-curvilíneo que, como o nosso governo populista, messiânico, capitalista, personalista e de coalizão, diz que o ideal é chutar com os dois pés e, se possível, usar também a cabeça e a mão. No Brasil, sociedade escravocrata e familística, os partidos são todos trabalhistas e preocupados com os pobres, os famintos e os operários. Não temos partidos de empresários, banqueiros e comerciantes. Fundados os partidos, as aranhas realizam eleições, mas descobrem um fato perturbador: o número de eleitores não bate com os dos votos! Mas como eram aranhas e formalistas, atacaram o problema de modo radical: mudaram o feitio das urnas! E assim foram fazendo como nós, brasileiros pós-modernos e cosmopolitas, que pensamos resolver os nossos problemas mais prementes com leis e por meio do Estado.
Reclamamos que esta eleição não tem debates arrebatadores, capazes de transformá-la num jogo de final de Copa do Mundo, mas - como as aranhas do Cônego Vargas - esquecemos um dado crítico: o modo pelo qual o processo eleitoral tem sido encaminhado desde o seu início. E a marca mais visível de sua paisagem não é exatamente a ausência de grandes projetos, mas a presença de um majestoso projeto de continuidade de poder que, por estar tão presente na nossa mentalidade política, passa tão despercebido quanto as tentativas das aranhas quando tolamente equacionavam a forma das urnas com a honestidade eleitoral.
Ora, o que vivemos hoje no Brasil não é mais a discussão de um plano para liquidar a inflação, deter o comunismo ou o fascismo; ou dividir o latifúndio. Não! O que está hoje em cena é o fantasma de uma total ausência de limites, porque o Poder Executivo abriu mão do seu papel de gerente moral do sistema e virou um entusiasmado cabo eleitoral.
Se tirarmos essa inovação, só temos convergências, pois os problemas são claros e óbvios: é preciso uma reforma política e um sistema eleitoral que amarre os eleitores e os seus representantes de modo inequívoco; é necessário liquidar as suplências e o controle dos partidos sobre os candidatos; é urgente um programa educacional que ensine e viver mais igualitariamente e menos autoritariamente.
Mas, tal como ocorria com as aranhas, o que passa sem discussão é o projeto sem o qual nenhuma disputa pode ocorrer: o respeito pelas regras do jogo, os limites de cada ator junto aos seus papéis, o movimento da sociedade sobre si mesma, fazendo com que seus administradores sejam menos condescendentes e digam não a si mesmos, adotando um comportamento ético.
Esse honrar as normas, essa internalização de limites é o ponto crítico desta disputa eleitoral. Nela, não cabe apenas discutir a morte do planeta e das florestas, as escolas públicas, a violência urbana, a criminalidade e a saúde, mas - sobretudo e acima de tudo - como essas coisas serão alcançadas, como serão implementadas, que tipo de gerenciamento irá torná-las concretas. Em outras palavras, falta um programa que anuncie uma participação maior da sociedade no governo e no Estado. Falta discutir os limites dos papéis vigentes nos cargos do governo para que eles possam ser efetivamente úteis à sociedade para os quais foram criados e não uma fonte de nepotismo e de riqueza ilícita para os seus ocupantes. Numa palavra, falta roubar o fogo da onça. Ou seja: discutir a sinceridade e a ausência de demagogia como programas. Como os programas mais importantes para tornar o Brasil um ator planetário neste século.
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17.9.10

FHC E LULA SÃO EXECUTADOS POR ARTISTA NA BIENAL


A "Série Inimigos", de Gil Vicente, está causando polêmica antes mesmo de ser exposta na Bienal de São Paulo, que será inaugurada na próxima terça-feira. Nela, o artista retrata a si mesmo matando personagens famosos como Fernando Henrique Cardoso e Lula.
Nesta sexta-feira, a OAB-SP (Ordem dos Advogados de São Paulo) divulgou uma nota em que se coloca contra a exposição da série, "por fazer apologia ao crime".
 (fOLHA)

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10.9.10

MANDA ESSA PRO LEONARDO BOFF LER!!!

3 anos fora de casa

Embalado por compromissos que aliam agendas oficiais e de campanha, Lula atinge 1.103 dias em viagens
Eduardo Scolese
Editor-Assistente de Poder
No ritmo das agendas oficiais casadas com eventos da campanha petista de Dilma Rousseff, o presidente Lula completou três anos de seu mandato em viagens.
A marca foi atingida duas semanas atrás, quando a aeronave da Presidência decolou de Brasília com destino a Mato Grosso do Sul.
(...) Até ontem, foram 1.103 dias dentro de um avião ou em agendas oficiais no Brasil ou no exterior, em sete anos e oito meses de governo.
As viagens lhe tomaram 40% dos dias de governo.

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8.9.10

Mulheres estudam mais que homens, segundo IBGE

Dados da Pnad mostram que elas estudam mais tempo em todas as faixas etárias

Priscilla Borges, iG Brasília | 08/09/2010 10:00
As mulheres brasileiras estudam mais do que os homens. A revelação é feita pelos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados de 2009 confirmam a tendência mostrada em anos anteriores, mas a distância entre os sexos no quesito instrução aumentou.
Em 2008, os homens brasileiros com mais de 10 anos de idade declararam ter, em média, 6,9 anos de estudo. Número inferior ao ensino obrigatório brasileiro que, até 2009, era de nove anos e, até 2016, passará para 14 anos de estudo. As mulheres já superavam o patamar, estudando, em média, 7,2 anos ao longo da vida. Em 2009, a diferença de pontos percentuais aumentou de 0,3 para 0,4.
Segundo a PNAD, as mulheres brasileiras possuem 7,4 anos de estudo. A população adulta jovem é a que mais se sobressai. A população feminina com idade entre 20 e 24 anos estudou em média dez anos ao longo da vida. Já os homens na mesma faixa etária – a que declarou mais ter estudado – declararam média de 9,3 anos de estudo. A maior diferença está na região Nordeste em que as mulheres têm 6,4 anos de estudo e os homens, 5,6.

Mulheres X homens

A diferença de anos de estudo entre a população brasileira masculina e feminina, por anos de estudo em cada faixa etária
Gerando gráfico...
PNAD 2009 / IBGE

Os dados mostram ainda que a maioria das mulheres brasileiras possui escolaridade superior a oito anos: 16,4% delas têm entre oito e dez anos de estudo e 34,9%, mais de 11 anos. Entre os homens, 31% declararam ter estudado por 11 anos ou mais e 16,6%, entre oito e dez anos.
A taxa de escolarização por grupo etário mostra que as mulheres frequentam mais a escola em todos os grupos analisados pelo IBGE, exceto entre as crianças de 4 ou 5 anos. Nessa faixa, 73,3% dos meninos estão matriculados em escolas, contra 72,3% das meninas.
Entre os 18 e 24 anos de idade, está a maior diferença. Trinta e dois por cento das mulheres brasileiras nessa faixa etária estudam. Entre os homens, a porcentagem cai para 28,9%. A contradição está entre a população analfabeta: as mulheres também são mais numerosas entre elas. Dos 14,5 milhões de analfabetos com mais de 10 anos de idade, 7.411.000 são mulheres.


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2.9.10

(02/09/2010 - 03h00) Falta de saneamento básico é o problema mais comum dos domicílios inadequados, diz IBGE Publicidade (DENISE MENCHEN FÁBIO GRELLET DO RIO) IG

Do total de 57,5 milhões de domicílios existentes no Brasil em 2008, 24,7 milhões (43%) eram inadequados. A constatação é do IBGE, que divulgou ontem a quarta edição da pesquisa Indicadores de Desenvolvimento Sustentável. De acordo com a pesquisadora Denise Penna Kronemberger, do IBGE, a inexistência de um sistema de esgotamento adequado foi o problema mais comum, atingindo 26,8% dos domicílios brasileiros.
Taxa de homicídios cresce 32% em 15 anos, diz IBGE
Falta de saneamento causou 308 internações a cada 100 mil habitantes em 2008
IBGE aponta que 97% dos brasileiros entre 7 e 14 anos frequentam escolas
O estudo aborda, em 55 indicadores, os principais aspectos ligados às esferas social, ambiental e econômica. Na pesquisa, foram classificados como adequados apenas os domicílios com serviço de coleta de lixo, abastecimento de água por rede geral, esgotamento sanitário por rede coletora ou fossa séptica e no máximo dois moradores por quarto --não foi avaliada a regularidade da propriedade.
Em seguida do sistema de esgotamento vieram a presença de mais de dois moradores por dormitório (17,6% dos domicílios) e a ausência dos serviços de abastecimento de água (16,1%) e de coleta de lixo (12,1%). Muitas vezes, um único domicílio apresentou mais de um problema.
Para o coordenador do Laboratório de Habitação da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Mauro Santos, o dado não surpreende. "O Brasil tem uma situação de muita precariedade na habitação", diz. "Nem mesmo questões básicas, como água, esgoto e lixo, estão resolvidas."
Ele diz acreditar que, se a pesquisa levasse em consideração outros aspectos importantes para a qualidade da habitação, o resultado seria ainda pior. Como exemplo, cita a existência de janelas e a área média dos cômodos. "São dados muito importantes, que têm impactos diretos sobre a saúde física e mental das pessoas.
Muitas áreas populares com alta densidade e condições precárias de iluminação e ventilação têm altos índices de doenças respiratórias e tuberculose.
A concentração de muitas pessoas em um local pequeno também pode gerar situações de estresse e de violência doméstica", diz.
Ao longo dos anos, a situação tem melhorado. Em 1992, primeiro dado da série histórica, os domicílios inadequados eram 63,2% do total.

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28.8.10

Dilma abre 24 pontos de vantagem sobre Serra na pesquisa Ibope

Crescimento da candidata petista foi de oito pontos porcentuais se comparado ao levantamento anterior feito pelo mesmo instituto
28 de agosto de 2010 | 0h 00
Daniel Bramatti - O Estado de S.Paulo
Após dez dias de exposição dos candidatos à Presidência no horário eleitoral, a petista Dilma Rousseff abriu 24 pontos de vantagem sobre o tucano José Serra. Se a eleição fosse hoje, ela venceria no primeiro turno, com 59% dos votos válidos.
Segundo pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, Dilma chegou a 51% das intenções de voto, um crescimento de oito pontos porcentuais em relação ao levantamento anterior do mesmo instituto, feito às vésperas do início da propaganda eleitoral.
Desde então, Serra passou de 32% para 27%. Marina Silva, do PV, oscilou de 8% para 7%. Somados, os adversários da petista têm 35 pontos, 16 a menos do que ela.
A performance de Dilma já se equipara à de Luiz Inácio Lula da Silva na campanha de 2006. Na época, no primeiro turno, o então candidato petista teve 59% dos votos válidos como teto nas pesquisas.
Geografia do voto. Dilma ultrapassou Serra em São Paulo (42% a 35%) e tem o dobro de votos do adversário (51% a 25%) em Minas Gerais - respectivamente primeiro e segundo maiores colégios eleitorais do País.
No Rio de Janeiro, terceiro Estado com a maior concentração de eleitores, a candidata do PT abriu nada menos do que 41 pontos de vantagem em relação ao tucano (57% a 16%).
Na divisão do eleitorado por regiões, Dilma registra a liderança mais folgada no Nordeste, onde tem mais que o triplo de votos do rival (66% a 20%%). No Sudeste, ela vence por 44% a 30%, e no Norte/Centro-Oeste, por 56% a 24%.
A Região Sul é a única em que há empate técnico: Dilma tem 40% e Serra, 35%. A margem de erro específica para a amostra de eleitores dessa região chega a cinco pontos porcentuais. Mas também entre os sulistas se verifica a tendência de crescimento da petista: ela subiu cinco pontos porcentuais na região, e o tucano caiu nove.
Ricos e pobres. A segmentação do eleitorado por renda mostra que a candidata do PT tem melhor desempenho entre os mais pobres. Dos que têm renda familiar de até um salário mínimo, 58% manifestam a intenção de votar nela, e 22% em Serra.
Na faixa de renda logo acima - de um a dois salários mínimos -, o placar é de 53% a 26%. Há um empate entre a petista (39%) e o tucano (38%) no eleitorado com renda superior a cinco salários.
Também há empate técnico entre ambos no segmento da população que cursou o ensino superior. Nas demais faixas de escolaridade, Dilma vence com 25 a 28 pontos de vantagem.
A taxa de rejeição à candidata petista oscilou dois pontos para baixo, mas se mantem praticamente a mesma desde junho, próxima dos 17%. No caso do candidato tucano, 27% afirmam que não votariam nele em nenhuma hipótese.
A disparada da candidata apoiada pelo presidente Lula disseminou a expectativa de que ela vença a eleição. Para dois terços da população, a ex-ministra tomará posse em janeiro como sucessora do atual presidente. Apenas 19% dos eleitores acham que Serra será o vitorioso.
Mulheres. Com boa parte de sua propaganda direcionada à conquista do eleitorado feminino - dando destaque à possibilidade de uma mulher assumir pela primeira vez a Presidência -, Dilma cresceu mais entre as mulheres (nove pontos) que entre os homens (cinco pontos).
Na simulação de segundo turno, a vantagem de Dilma entre as mulheres é agora praticamente a mesma que entre os homens, um fato inédito na campanha. O próprio Lula sempre teve mais votos entre os homens.
A pesquisa mostra que 57% dos eleitores já assistiram a pelo menos um programa do horário eleitoral.
Segundo o Ibope, 50% dos brasileiros preferem votar em um candidato apoiado pelo presidente, e 9% tendem a optar por um representante da oposição. Do total do eleitorado, 88% sabem que Dilma é a candidata de Lula.
O governo do presidente é considerado ótimo ou bom por 78% dos brasileiros. Outros 4% consideram a gestão Lula ruim ou péssima.

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26.8.10

QUE DEUS É ESSE?

Boa parte das nações e dos homens celebra, nesta semana, o nascimento do Cristo, e uma vez mais nos perguntamos, e o faremos eternidade afora: qual é o lugar de Deus num mundo de iniqüidades? Até quando há de permitir tamanha luta entre o Bem e o Mal? Até Ele fechou os olhos diante das vítimas do nazismo em Auschwitz, dos soviéticos que pereceram no Gulag, da fome dizimando milhões depois da revolução chinesa? E hoje, "Senhor Deus dos Desgraçados" (como O chamou o poeta Castro Alves)? Darfur, a África Subsaariana, o Oriente Médio... Então não vê o triunfo do horror, da morte e da fúria? Por que um Deus inerme, se é mesmo Deus, diante das "espectrais procissões de braços estendidos", como escreveu Carlos Drummond de Andrade? Que Deus é este, olímpico também diante dos indivíduos? Olhemos a tristeza dos becos escuros e sujos do mundo, onde um homem acaba de fechar os olhos pela última vez, levando estampada na retina a imagem de seu sonho – pequenino e, ainda assim, frustrado...(CONTIUE LENDO. ACESSE O LINK ABAIXO)

http://veja.abril.com.br/241208/p_095.shtml



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16.8.10

158 ANOS DE TERESINA


 Sou um dos poucos privilegiados para quem o prof. Cineas Santos envia por e-mail semanalmente um poema da escolha dele. Eis o dessa semana:


Irmãos e irmãzinhas: para comemorar o aniversário da "Cidade Amada" (158 anos), nada mais oportuno que um fragmento do poema "A paz do pântano", de Paulo Machado, uma das vozes mais lúcidas da moderna poesia piauiense. Uma semana luminosa para todos.
 
           ...
Aos domingos a cidade está deserta e dócil
ao carinho da procura.
Parece que seus habitantes partiram
e nada deles restou.
A cidade, desabitada, treme de gozo
aos afagos dos estranhos,
mas nunca se entrega inteiramente.
 
(Paulo Machado - A Paz do Pântano - Oficina de Arte - 1982)

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15.8.10

HOJE É DIA DO SOLTEIRO

Hoje é dia do solteiro. É dia também da assunção de nossa senhora. Explico. É o dia em que Maria, a Mãe de Deus, subiu de corpo e alma direto para o céu! Eu sei, eu sei, uma coisa não tem nada a ver com a outra. É que um ano é muito pouco tempo para o número de coisas que acontecem nesse mundo. Amém!!!!
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12.8.10

olha só o exemplo que nossos políticos dão a crianças e jovens!!!!

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11 DE AGOSTO, DIA DO ESTUDANTE

É, já vai longe o tempo em que se comemorava o "Dia do Estudante". Assim como também são cada vez mais raras comemorações, por alunos, no "Dia do Professor". Isso é sintomático: relação entre tapas e beijos e, pior, necessária para que esse país tome vergonha na cara!!!!!!!!!!!!

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8.8.10

DIA DOS PAIS

ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU!!!
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ARTISTA PLÁSTICO PEDROSSEGUNDENDE, JACKSON CRISTIANO, EXPÕE NO PORTO, EM PORTUGAL

O artista e empresário pedrossegundense, Jackson Cristiano, participa de exposição de pintura na cidade do Porto, Portugal, juntamente com outros pintores brasileiros de renome. Parabéns ao nosso conterrâneo!!!

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6.7.10

o passar dos dias

 Julho .... e o sol nos convida a viver.

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4.7.10

MORRE O POETA ROBERTO PIVA


(Fonte:G1)
Morreu neste sábado (3), aos 72 anos, o poeta Roberto Piva. Famoso pelo livro "Paranoia", de 1963, ele estava internado desde maio no InCor (Instituto do Coração) e sofria de Mal de Parkinson há dez anos.
Durante a própria internação, foi descoberto um câncer na próstata, em metástase.  A causa da morte foi falência múltipla de órgãos em decorrência de uma insuficiência renal.
O velório foi realizado na noite de sábado no Cemitério do Araçá e o corpo será cremado na tarde deste domingo (4)  no crematório da Vila Alpina.
Nascido em São Paulo, Piva ganhou fama aos 22 anos com a publicação de "Paranoia" ao retratar a capital paulista de maneira maldita, inspirado pelo movimento beatnik e pelo surrealismo.  A obra ganhou reedição neste ano pela editora Instituto Moreira Salles.
O autor fez parte da geração de escritores, como Hilda Hist e Claudio Willer, descobertos pelo editor Massao Ohno. Durante sua carreira, o poeta destacou-se pela poética urbana. Suas obras foram divididas em três volumes.e relançadas pela Editora Globo há cinco anos.

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A TOCA DE TIA DOCA (fragmento de um dos próximos livros)


(foto FAPEP)

O telhado tinha telhas da cor de cocada com rapadura alvinha e eram feitas de encomenda como de resto tudo naquela casa. E, claro, todas escolhidas a dedo pelo avô de tia Doca. De Pau d´arco do legítimo eram feitos os frechais e os caibros e as ripas eram de jacarandá.
                       
Boquinha de forno ... Forno!!!
Jacarandá ....Dá!!!
                        Quando eu mandar ...
                        For!!!
                        E se não for?
                        Apanhará!!!!

Os pombos pareciam pequenos tufos de pena se rebolando de um lado para o outro lá na cumeeira parando aqui e ali para limpar o bico, para se coçar, para namorar ou, então, voavam de volta emaranhando-se no espaço azul que permanecia suspenso, esperando por eles.  Por detrás da cumeeira, também, dependendo do dia ou da hora do dia, havia muitos céus: céu azul, céu rosa, céu branco, céu com carneirinhos, céu com nuvem-palha-de-coco, céu com enormes castelos carregados pelo vento, céu com caravanas de camelos que se transformavam logo em elefantes, que se transformavam, dali a pouco, em céu negro, céu salpicado de estrelas onde apareciam anjos que brincavam de atirar estrelinhas e pequenos cometas uns nos outros ou que, simplesmente, ficavam bocejando entre as Três Marias e O Saco de Carvão e a Coroa de Nossa Senhora, o Cruzeiro do Sul e o Sete estrelas. Coisas que o Manelito vivia aprendendo de tanto ler num livro de astronomia que ganhara de seu mui amigo juiz de direito, Dr. Bernardo.

Tia Doca dizia que o avô pensara aquela casa nos mínimos detalhes. Chamava sua obra de Arca de Noé. Mesmo assim, enquanto vida ele teve só ficava hospedado na casa durante o mês de dezembro de cada ano, que era o mês dos festejos da padroeira, Nossa Senhora da Conceição. Certo que, uma vez ou outra, se despregava lá de sua estimada propriedade no interior e vinha bater até cá na casa da cidade, principalmente na época da política. Ou então quando sentia alguma dor aguda e ‘vinha ver Dr. Adail Santana’.

Pois você me acredite, dizia ela para as visitas naquele linguajar de senhora dona da situação, que por ali ele ficava remendando alguma coisa, tapando algum buraco, cuidando dos caibros, das ripas, retocando a tinta das paredes e portas e tudo isso rodeado de netos e sempre muito brincalhão. Mas o mimo mesmo, o cuidado maior do velho era com o Jardim do Éden, que era como ele chamava o pomar da casa, que Dr. Bernardo chamava de Jardim de Monet.



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2.7.10

FUTEBOL: A LIÇÃO QUE FICA

Ok. Perdemos a copa, ou melhor nunca a tivemos, de fato, para ganhá-la ou perdê-la. Melhor seria dizer que disputamos mais uma copa e, como em toda disputa, agora estamos de fora. Duas ou três coisas poderemos, finalmente, aprender com tudo isso:
a)      Não há lugar mais para ‘salvadores da pátria’ (nem Robinho, nem Kaká, nem o diabo que os carregue); Robinho mostrou-se um moleque irresponsável em sua estada na Europa. Kaká, um galã da Globo.
b)      Copa do mundo é apenas uma competição e nada mais.


Resta levar estes aprendizados para a política.


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FALA HORÁCIO LIMA


Se dependesse da forma física da Luana não teríamos perdido a Copa para a Holanda.


O Brasil perdeu para a Holanda e a fama de pé-frio de Mick Jagger, vocalista do Rolling Stones, continua. O músico inglês acompanhou a eliminação brasileira nas tribunas do estádio Nelson Mandela Bay ao lado do seu filho Lucas, fruto do relacionamento com a apresentadora brasileira Luciana Gimenez.

A fama de pé-frio do músico começou depois que ele assistiu de perto a eliminação das seleções dos Estados Unidos e da Inglaterra. Durante a semana, os internautas chegaram a fazer campanha para que Jagger não fosse para Porth Elizabeth

2 julho de 2010 às 12h55

H.L, de Sampa!!!
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EIS A CRUVIANA

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SOBRE A GEMA DE OPALA


Há no Brasil 20 garimpos de opala, o que representa 1,06% do total de garimpos em operação no país. Ao todo o país possui 464 garimpos de diamante (24,52%), 335 garimpos de turmalina (17,71 %), 55 garimpos de topázio (2,91%) e 20 garimpos de gemas não especificadas (1,06%), segundo dados do GPRM, de 2001.
Do ponto de vista econômico, a cotação das gemas de opala pode chegar a patamares superiores ao do ouro, tudo dependendo da qualidade de cada gema.



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